Caminhar calmo – objetivo de 2023

Para pensar naquelas coisas, palavras e gestos impulsivos, tão naturais eles parecem. São chamados de autênticos até. Gestos destemperados, gestos representativos da essência daquilo que chamamos natural. Pensar assim revela o quanto estamos pesos a uma natureza selvagem. Somos tentados a considerar menos graves tais gestos, por pior que sejam, do que aqueles malfeitos com … Continue lendo Caminhar calmo – objetivo de 2023

Aquilo ali

Todos temos nossa história triste, aquela das nossas perdas. De certa forma somos os restos, os remanescentes. Não é delas que vale falar. Não importa as perdas materiais, afetivas, mesmo que do fundamento do que passou cria o que se é. Todos podem se compadecer do amor perdido, dos pais mortos, da casa queimada, mas … Continue lendo Aquilo ali

Resenha ->Maus, Art Spiegelman

Existe uma infeliz ideia de que certas formas estão atreladas a certos conteúdos. Infeliz Aristóteles. Em nosso tempo ainda se associa filmes de animação e história em quadrinhos àquelas melhores das piores idades: a infância e a adolescência. Nada mais falso para quem dribla a repetição e conhece minimamente a história da história de quadrinhos, … Continue lendo Resenha ->Maus, Art Spiegelman

Sobre pseudociência

De maneira simples, pseudociências são áreas que se proclamam como ciências, mas não passam ou seguem o método científico. Suas teorias não são falseáveis, seus experimentos não são replicáveis, por exemplo. Pode-se dizer que a grande difusão da pseudociência é uma das graves consequências da falta de uma educação científica adequada. Onipresentes em programas populares … Continue lendo Sobre pseudociência

O que torna algo “clássico”?

Quando olhamos uma lista feita de críticos geralmente existe consenso entre obras antigas que seriam clássicas. No âmbito da literatura, dificilmente alguém vai negar esse estatuto a uma Ilíada ou a Divina Comédia. São obras revolucionárias e extremamente influentes tanto a seu tempo quanto para a posteridade. Mas quando vamos para os séculos XIX, XX ou XXI tudo … Continue lendo O que torna algo “clássico”?